Consciência Negra

 
       Especial,semana da consciência negra:

Luciano Santana

 
 
NEGROS SOMOS: ”Viemos de longe! O som dos tambores nos completa. Viemos de longe! Na nossa fé encontramos força e proteção. Viemos de longe! Negros somos! O maracatu é Negro O samba é Negro Os meus olhos são Negros O meu tambor fala! Abram alas… A nossa corte vai passar!”
 
Luciano Santana, Afoxé Omô Nilê Ogunjá-Relações Públicas/Recife
 
 
 
 
 
 
 

Marta Almeida

 

“ O mês da consciência negra, nos reflete a  identidade, aprendendo que negro não é pele, negro é conceito, negro é atitude. Não basta ser ‘rasta’ ou ter o cabelo enrolado. Porque nós não nascemos negros, nós nos tornamos negros, que precisam saber dos seus direitos, que precisam saber da sua história”
 
Marta Almeida, Militante do Movimento Negro de Pernambuco/Recife  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Jairo Hely

 
 
 
”O mês da consciência negra simboliza a identificação étnica com a diáspora africana e o fortalecimento do sentimento de resistência histórica do povo negro no Brasil. É um período de revigorar as forças para denunciar o racismo e suas formas de segregação. É, portanto, comemorar a resistência, denunciando as negligências”.
 
Jairo Hely Silva, estudante de bacharelado em ciências sociais/Recife
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Geralda Patrícia

 
 
 
 ”Precisamos vivenciar as tradições e os traços da cultura afro-brasileira, principalmente nas escolas. A intolerância e o racismo ainda presentes só serão minimizados com ações reais e iniciativas do povo comum…. Cada um, em seu ambiente de trabalho, em sua família, na escola, é responsável pelo aumento ou diminuição da consciência negra que por sua vez, se revela como uma consciência cidadã, construída por negros, brancos, índios, enfim, pela raça humana”.
 
Geralda Patrícia,Professora de História/Paulista
 
 
 
 
 
 
 
 

Marcelo R. Guerra

 
 
 
 
 
 
 
“Consciência negra é nossa auto-identificação aos valores ancestrais do nosso povo. É a aceitação dos hábitos culturais africano no cotidiano dos costumes brasileiro. É conhecer, respeitar e preservar a nossa história, do ponto de vista do oprimido.”

Marcelo R. Guerra, Professor de Capoeira – Projeto Ijogum/Olinda